O CEO da produtora Deck13, Michael Hoss, está pedindo que o site agregador de notas Metacritic entre em ação para impedir o bombardeio de reviews negativos. O título lançado por eles em 2022, Chained Echoes, começou a sofrer com a ação dentro de sua página para diferentes plataformas – Nintendo Switch, PlayStation 4 e PC e agora ele exige que mudanças sejam realizadas.
Em seu Twitter pessoal, Hoss afirma que estas notas foram postadas sem constar sequer um texto explicando a razão pela sua negativação. De acordo com ele, ninguém no estúdio compreendeu o que está acontecendo. “Nós não sabemos o porquê, apenas aconteceu”.


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Nos comentários, o CEO da Deck13 afirma que acredita que isso pode ter vindo de alguma região que não continha tradução para a sua linguagem, porém não acusou nenhuma em particular. Vale notar que, na plataforma Steam, ele não oferece suporte ao PT-BR e conta apenas com inglês, japonês, francês, alemão e coreano.
Por fim, Hoss alfineta o agregador de notas e pede que eles deem mais atenção ao cenário indie. “O Metacritic não quer parar isso que não tem sentido algum? Acho que isso serve apenas para os AAA”. Até o momento que este texto foi escrito, eles nao se pronunciaram.
Now it happened to us. @ChainedEchoes has been review bombed on Metacritic. Just plain ratings, no reviews. No reasons. We don’t know why, it just happened.
Didn’t @metacritic want to stop this nonsense? Guess only for AAA games. #indiedev #metacritic #gamedev pic.twitter.com/Qit6pusT5F
— D13’s Michael (@CrashOberbreit) May 9, 2023
O estúdio Deck13 não é o primeiro
Vale notar que o intuito dos bombardeios às notas de determinados jogos é uma das formas que o público encontrou de chamar a atenção dos desenvolvedores e grandes produtoras sobre problemas em seus jogos – ou como um sinal de irritação por algo que incomodou determinadas comunidades. Chained Echoes, da Deck13, não é o primeiro e também não será o último a sofrer com a ação.
Nos últimos meses vimos inúmeros games passarem por isso, inclusive grandes lançamentos como a expansão “The Burning Shores” de Horizon Forbidden West e, há poucos anos atrás, The Last of Us Parte 2 por conteúdo LGBTQIA+. O próprio Metacritic já se pronunciou no passado, afirmando que realizariam mudanças para o formato – mas, até o momento, não se moveram para aplicá-las.

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Fonte: GamesRadar+
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