Console é elogiado por desempenho e design, mas qualidade da tela divide opiniões na Digital Foundry
Imagem: Nintendo Switch 2 divulgação
O Nintendo Switch 2 foi recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica especializada. Com novos recursos, melhorias técnicas e visual refinado, o console entrega avanços sólidos em relação à geração anterior. No entanto, uma análise publicada pela respeitada Digital Foundry trouxe à tona um ponto de controvérsia: a nova tela LCD.
Em seu veredito, Richard Leadbetter elogiou o console como um “salto geracional impressionante”. O hardware está mais fino, os Joy-Cons foram aprimorados e o desempenho gráfico — inclusive no modo portátil — se mostrou superior, com jogos rodando em 1080p e suporte a tecnologias como DLSS e GameChat. Para muitos, a experiência geral é mais imersiva, especialmente graças à tela maior.
Imagem: Nintendo Switch 2 divulgação
Ainda assim, Leadbetter apontou que a tela LCD ficou aquém do esperado. Segundo ele, a promessa de HDR não se cumpre de forma satisfatória. O painel alcança apenas 420 nits, o que compromete a vivacidade das cores e o contraste necessário para exibir conteúdos com alcance dinâmico expandido.
Apesar das ressalvas técnicas, muitos jogadores relataram estar plenamente satisfeitos com a nova tela. Para quem vinha de um Switch base, a evolução em tamanho e resolução é clara. Já quem migrou do modelo OLED sente a diferença no contraste e brilho, mas reconhece os avanços oferecidos pelo restante do hardware. Para boa parte da comunidade, a escolha do LCD se justifica: é mais barato, consome menos energia e facilita a implementação de novas tecnologias sem encarecer o produto.
O parecer da Digital Foundry oferece um contraponto técnico importante à empolgação com o lançamento. Embora a tela gere debate, ela não apaga o impacto positivo do novo console no mercado. Resta saber se, como aconteceu na geração anterior, uma futura versão com tela OLED poderá atender também aos usuários mais exigentes no quesito visual.
Integrante da equipe Coelho no Japão, produtor de conteúdo sobre games e treinador Pokemón desde os 6 anos (sem revelar idade por aqui, galera).
Suas franquias favoritas são Super Mario e Zelda e é time Nintendo – mas nem por isso deixa de jogar todos os exclusivos da Sony.
Tem amor por jogos de mídia física e coleciona mais HQ’s de Spider-Man do que cabe no armário de casa.
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