A Square Enix anunciou oficialmente, em 20 de abril de 2026, a resolução de um caso de assédio envolvendo um criador de conteúdo e membros da equipe de desenvolvimento de Final Fantasy 14. A empresa confirmou que o indivíduo, cuja identidade foi obtida por meio de uma ordem judicial, concordou com um acordo amigável após a publicação de vídeos difamatórios.
De acordo com o portal Automaton e o comunicado da Square Enix, o criador de conteúdo utilizava uma plataforma de vídeos para atacar a reputação de executivos e funcionários da desenvolvedora. Como o autor agia sob anonimato, a companhia recorreu à justiça para exigir que o provedor de serviços revelasse a identidade do usuário.
Após a identificação, as partes chegaram a um consenso legal. O acordo estabelece que o criador de conteúdo deve emitir um pedido de desculpas formal, pagar uma indenização de valor não divulgado e remover permanentemente seus vídeos e contas das redes sociais. Além disso, o indivíduo está proibido de repetir atos semelhantes no futuro.
O histórico de combate à toxicidade na Square Enix
Este episódio marca a segunda medida legal severa tomada pela Square Enix em um intervalo de dois meses. Em 2 de março de 2026, a empresa já havia agido contra o administrador do blog japonês Netoge Sokuho, resultando no fechamento do site e no pagamento de compensações por difamação.
Essas ações fundamentam-se na Política de Assédio ao Cliente do Grupo, implementada pela Square Enix no início de 2025. A diretriz visa proteger o bem-estar mental e a segurança de seus colaboradores contra ataques pessoais, ameaças e obstrução de negócios.
Qual o posicionamento oficial da desenvolvedora?
Em nota, a Square Enix reiterou que, embora valorize o feedback dos jogadores, não tolerará comportamentos maliciosos. “Continuaremos a tomar medidas rigorosas, incluindo ações legais, contra condutas que visem indivíduos específicos ou que constituam assédio que ameace a segurança de nossos funcionários”, afirmou a companhia.
A decisão reforça uma tendência crescente na indústria de jogos de buscar reparação legal contra a toxicidade direcionada a desenvolvedores, garantindo que as críticas ao produto não ultrapassem o limite do respeito pessoal e profissional.
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Integrante da equipe Coelho no Japão, produtor de conteúdo sobre games e treinador Pokemón desde os 6 anos (sem revelar idade por aqui, galera).
Suas franquias favoritas são Super Mario e Zelda e é time Nintendo – mas nem por isso deixa de jogar todos os exclusivos da Sony.
Tem amor por jogos de mídia física e coleciona mais HQ’s de Spider-Man do que cabe no armário de casa.
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